sexta-feira, 28 de novembro de 2008

TRAGÉDIA DAS CHUVAS, AS VÍTIMAS PEDEM SOCORRO....AJUDE.


A tragédia das chuvas em Santa Catarina deixaram centenas de vítimas e desabrigados que agora contam com a nossa solidariedade, vamos ajudar nossos irmãos.
Doe um pouquinho para quem agora não tem nada, para quem agora vai começar do zero.
Ajude Santa Catarina. Não seja passivo a essa situação...Reaja e ajude!

centenas de desabrigados das chuvas precisam de você .

cenas chocantes da tragédia das chuvas

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

POR UM MUNDO MELHOR



ELES ACREDITAM E VOCÊ?
Certas coisas que vemos todos os dias, que estão até bem perto da gente,e que muitas as vezes não nos damos ném conta, ou fazemos de conta não ver, e assim não fazer nada.
Tomar consciência dessas tais situações decorrentes no mundo é o mínimo!
Esse mundo belo e miserável, é de todos nós,e só depende de cada um fazer algo para ajudar.
faça uma doação mínima de R$50,00 no Banco do Brasil
agência: 1361-7 conta corrente Nº26.250-1

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

VENDO A VIDA COM NOVOS OLHOS


CIRURGIA DE CATARATA
Meninos e meninas que até pouco tempo eram deficientes visuais, comemoraram o Dia das Crianças, com novos olhos e uma visão quase perfeita do que se passa ao seu redor,
Uma dessas crianças é Alberto e Silva Souza, 8 anos, que só tinha 20% da visão do olho esquerdo e já recuperou 80% da capacidade de enxergar. Como quase 500 crianças nos últimos três anos beneficiadas pelo proJeto, Alberto foi beneficiado pelo mutirão voluntário de anestesiologistas e cirurgiões oftalmológicos, cujo objetivo é acabar com a fila de cirurgias infantis de catarata, uma das principais causas da cegueira infantil.
“Quanto mais cedo se opera, melhor é o resultado e recuperação da visão”, explica o cirurgião oftalmológico, Carlos Phillp Bacelar, Só em 2008, foram realizadas, cerca de 148 cirurgias de catarata em crianças. A mãe de Alberto, disse que tudo aconteceu de graça ; “Agora ele vai ter condições de se desenvolver melhor na escola. Graças a Deus ao trabalho da Ong Amigos sem Fronteiras ”, disse.

Nos ajude a continuar esse trabalho, Faça uma doação mínima de R$50,00 no Banco do Brasil , agência 1361-7 C. corrente nº 26.250-1

CIRURGIAS DE GRAÇA


Mais de 800 crianças, nos últimos três anos, foram beneficiadas pelo mutirão voluntário.
A fila de quase 3 mil pessoas aguardando cirurgias eletivas, na maioria para crianças, somente em Fortaleza, desde 2007 tem que andar. Iniciativas, como as que vêm sendo realizadas por mutirões de médicos especialistas, ajudam a mudar o cenário da saúde e também a diminuir o tempo de espera por uma cirurgia, que no Sistema Único de Saúde (SUS), pode ultrapassar mais de 2 anos.

Dentro das atividades da Semana do Anestesista, promovida pela Coopanest-CE e Sociedade de Anestesiologia do Estado do Ceará (Saec), que aconteceu de 9 a 16 deste mês, cerca de 70 pessoas, que estavam nessa fila, foram submetidas a cirurgias gratuitamente em hospitais privados e públicos.
profissionais de diversas especialidades se voluntariaram, numa ação encabeçada pela Cooperativa dos Anestesiologistas do Ceará (Coopanest-CE), para dar sua contribuição.

Ontem, no Hospital Monte Klinikum, quatro pessoas que esperavam por cirurgia de colecistectomia (cirurgia de pedra na vesícula) em hospitais da rede pública foram operadas.

No Hospital São Carlos, as cirurgias foram de tireoidectomias (para retirada da tireóide) e, no Centro Avançado de Retina e Catarata, 25 crianças e jovens, entre um e 15 anos fizeram cirurgia, neste mês, para remoção da catarata congênita. No Hospital Geral de Fortaleza (HGF), acontecem hoje mais 13 cirurgias de vesícula.

A organização da ONG “ Amigos Sem Fronteiras ” , destacou que a seleção das pessoas são feitas nos próprios hospitais públicos e priorizou aqueles procedimentos, cuja fila e tempo de espera eram maior, além de priorizar as condições sociais desses pacientes.
Nos ajude a continuar esse trabalho, Faça uma doação mínima de R$50,00 no Banco do Brasil , agência 1361-7 C. corrente nº 26.250-1

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

BRASIL, INDIGNA NAÇÃO (Clic e veja o vídeo )



No nordeste, a seca e a fome castigam um povo esquecido e abandonado a própria sorte pelas autoridades, e que muitas as vezes só recebem alguma ajuda através de ong's e doações de voluntários. veja esta reportagem do Jornal Nacional. (tv Globo)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Era uma vez uma menina que não tinha o que comer.


“Não tem comida todo dia na minha casa. Eu fico chateada, choro, vou em todo canto, mas não tem”, conta a menina. Maria Luzia tem 8 anos, mas parece menor; é sinal da fome que persegue a menina desde que ela nasceu. Por causa da falta de comida, ela come barro quando está com fome.

“É duro a gente ouvir um filho dizer que quer comer e não ter o que dar. Quando eu vejo que não tem, eu já saio à noite para conseguir comida para a manhã”, diz a mãe de Maria Luzia, Claudenice da Silva.

Milhões de pessoas sofrem com a fome no nosso país, mas é nas crianças que ela provoca os efeitos mais perversos. Hoje, mais de três milhões de meninos e meninas são desnutridos porque não têm o que comer. São crianças como a Maria Luzia, que não crescem direito e nem conseguem aprender direito – enfim, não conseguem ser crianças como deveriam ser.

Maria Luzia vive com a mãe, o pai e quatro irmãos num casebre em um pedacinho da região semi-árida do Nordeste, onde vivem 9 milhões de crianças pobres. O número de meninos e meninas desnutridos nessa região é quatro vezes maior que no restante do nosso país.

Na cidade de Araçoiaba, a maioria das crianças não consegue completar o primeiro ano de vida. “Dependendo da gravidade da desnutrição, a criança tem seqüelas para o resto da vida, como comprometimento metabólico, distúrbios metabólicos, queda da imunidade e conseqüentes infecções”, afirma a pediatra Gilda Gondim. “Será um adulto com retardo no desenvolvimento psíquico e comprometido na sua saúde até o final da sua vida”.

Roberta também passou fome e também é pequena para idade, os mesmos 8 anos de Maria Luzia. Mas tudo isso ficou no passado. “Naquela época, não tinha alimento para nós. O meu pai trabalhava, mas o dinheiro não dava para gente se alimentar”, lembra a menina. “Passei muita fome. Só me dava sono, sofri muito com isso”. A mãe, Maria das Dores do Nascimento, confessa: “Achei que elas iam morrer”.

Roberta e sua irmã, Renata, são duas das 20 mil crianças que nos últimos cinco anos foram salvas da desnutrição por intervenções simples, como uma política de alimentação adequada, vacinação, cuidados preventivos, criação de creches e de salas de educação infantil.

Elas também vivem na região semi-árida do país, mas em um lugar onde não existem mais crianças desnutridas. “A vida agora está diferente, mudou muito. A gente se alimenta muito e não passa mais necessidades”, diz Roberta.

São crianças como ela que fazem o nosso país comemorar a redução dos índices de desnutrição e da mortalidade infantil, mas não é por isso que esqueceremos de situações como de Maria Luzia, que ainda precisa de ajuda.

Roberta sabe bem disso: “Eu queria que tivesse comida para todas as crianças e que elas fossem felizes, tivessem saúde, paz, esperança e fé. Jesus ainda vai dar esse sonho

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O SENTIDO DA VIDA


O REMÉDIO PRA DEPRESSÃO É DAR SENTIDO A VIDA
"PODEMOS TER TUDO MAS AINDA SIM NADA VAI NOS SATISFAZER"

      O depoimento que o senhores irão ler agora busca não só apenas uma reflexão do verdadeiro sentido de existência , mas de uma lógica na vida de cada pessoa de sucesso, só o sucesso não faz do homem um ser realizado, a estória que vou lhes contar mostra isso e tenho certeza que ao final você vai parar, pensar e tirar suas próprias conclusões.
  Bem , eu nasci no interior de Pernambuco , numa região de muita pobreza porem em berço farto, meu pai engenheiro agrônomo minha mãe veterinária, nada me faltava, boas roupas, boa alimentação, uma boa escola no Recife(Capital), me formei em (engenharia) numa das Universidades mais caras do Recife...em fim... sempre gastei muito; carros , noitadas, mulheres, roupas de grife caras, etc.  Já morando no Recife a vários anos, arrumei um bom emprego numa multinacional, casei-me e tive uma linda filhinha, até então tudo normal.  Sempre tive uma vida de família de classe média alta, sempre tive tudo do bom e do melhor, e uma bela família a qual nada deixava faltar. Que vida melhor alguém podia querer ? 
   Até que certo dia em um restaurante observei uma cena de partir o coração, uma criança, que aparentava ter uns 8 anos, apanhava restos de comida no chão para comer, até então em toda minha vida eu tinha visto isso e nunca me impressionei, o Brasil é assim, o mundo era assim. Um funcionário do restaurante foi até o garoto e o enxotou de lá, continuei minha refeição e fui pra casa, passado alguns meses comecei a chegar estressado do serviço, irritado sem paciência , comecei a discutir com a mulher e reclamar da vida, sem ter do que reclamar era óbvio,  afinal não me faltava nada, mas certo dia no meu carro parei e pensei na minha vida rotineira , e na vida de muita gente como eu; será que viver é só isso? Trabalhar, ganhar dinheiro, construir uma família, se divertir nos finais de semana, comer e dormir, estava faltando algo, tudo isso era comum, rotineiro, sempre tive uma saúde de ferro mas comecei  a sofrer de pressão alta, a partir daí comecei a me isolar, a ir até a sacada do meu apartamento a beira mar e olhar o horizonte com outros olhos, as pessoas passando lá embaixo, e a  imaginar que existem dois tipos de pessoas ; as que vivem (eu, que sempre tive vida farta) e as que sobrevivem ( as que tentam sobreviver como aquele garotinho do restaurante ) . abateu-me daquele dia em diante uma depressão tremenda, um vazio ,  nada me deixava mais satisfeito, nem viagens, roupas, festas ... em fim, as melhores clinicas e os inúmeros antidepressivos não pareciam fazer efeito, até que um dia um amigo chamou-me para participar de uma doação de alimentos a famílias carentes em uma cidadezinha no interior do estado, ele fazia isso todos os anos porem nunca havia me chamado para participar.
  Eu nunca tinha passado por uma experiência tão marcante, a satisfação nos rostos de cada pessoa, a alegria das crianças, não era só alimentos, mas roupas usadas e brinquedos, a partir dali, desse ato ao qual nunca dei tanta importância foi que vi que a vida não é só trabalhar, ganhar dinheiro e construir uma família, mas também de dar um sentido a nossa própria existência. Ao final, já na estrada, eu perguntei ao meu amigo por que ele nunca havia me chamado para participar desse movimento ao qual ele fazia parte e olhando bem pra mim ele me respondeu ; - Eu estava esperando o momento certo de lhe dar esse remédio, de mostrar o verdadeiro significado da nossa passagem por esse mundo, quando morremos tudo fica; dinheiro e bens, mas nem na morte podemos nos livrar de nossa consciência ( espírito ) , e fique certo que fazendo nossa parte vamos levá-la bem mais leve .
  A parti dali nunca mais fui a mesma pessoa,sem depressão, estresse , sou um homem feliz e a cada dia mais realizado, encontrei um novo sentido na satisfação e na alegria das outras pessoas, de poder ajudar a quem não tem quase nada , e isso é o melhor remédio que existe tanto ao espírito quanto ao corpo.

  Experimente e comprove o que eu estou lhe dizendo.

  Doe um pouco para quem não tem quase nada.